Houve algo que me incomodou muito na minha adolescência: as imperfeições do meu corpo. Nunca fui o tipo de garota digna de capa de revista ou com um corpo de uma modelo. Sempre fui cheinha, rosto redondo, baixinha, sobrancelhas grossas... Até certa idade, isso não me incomodou nenhum pouco, mas a partir do momento que passei a considerar a possibilidade de que minha nudez pertenceria a uma outra pessoa no casamento, isso foi um martírio. Aquele medo da intimidade conjugal me perturbou um “tiquinho”, admito. “Como alguém iria amar as minhas celulites e as minhas gorduras localizadas? E se eu nunca casasse por conta das imperfeições? Será que meu marido se incomodaria em nunca me ver nua? Poderíamos ser felizes assim também, não?” Mas, graças a Deus, a gente amadurece. Deus nos ensina a ver as coisas de forma mais real e menos fantasiosa. Tenho descoberto que o amor verdadeiro e a alegria não estão baseados nas minhas características físicas mas em Deus. Claro que meu marid...
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